Sobre (tentar) ser como o Rio.
Muito tempo sem escrever, diz o título do último texto que foi desde cinco de janeiro. Alguém está me trapaceando e enganando em relação ao tempo, talvez seja ele mesmo. Não acho que não está rendendo, pelo contrário. Tenho conseguido cumprir (quase) tudo que me proponho mas ainda assim, parece que bate dez da noite muito rápido, misericórdia. Viver uma vida cruzada com o Brasil atrapalha ainda mais, é seis da tarde aqui mas já é 10 da noite lá, e se eu bobeio fico mais um dia sem falar com minhas irmãs. É um porre, literalmente viu, se bobear dá até ressaca. Fora isso, tem a minha eterna confusão se quem marcou comigo foi no horário daqui ou de lá, deveria ter uma regra e ser óbvio, e eu juro que tentei e tento, mas de verdade, cada um é um, e nessa vou levando de uma maneira mais light e quando vejo estou confusa de novo. Ontem eu esqueci a dentista do meu filho, para honra e glória do senhor Jesus ela também esqueceu. Que alívio! Na verdade se uma tivesse lembrado o trem teria rolad...