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Mostrando postagens de agosto, 2018

27 de agosto.

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Ontem foi uma data especial. Dia do psicólogo, uma data feliz, cheia de parabéns e reconhecimento. Data de regozijo, quando pelas palavras que nos chegam percebemos um bom caminho traçado, um bom plantio. Muito obrigada a todos. Minha gratidão aos amigos, pacientes, familiares e conhecidos. Minha gratidão aos meus pacientes independente de saberem se era ou não dia, aos meus orientandos, em sua maioria também psicólogos. É no caminhar do dia a dia, nos encontros e desencontros, nos mergulhos e nos respiros que a profissão se dá. Na interface da presença de cada um que a minha presença se integra. Não sou terapeuta, psicóloga, analista, psicoterapeuta corporal, winnecotiana, bioniana, freudiana e etc...me faço tudo isso a cada encontro. A cada necessidade, a cada resposta ou em busca de cada uma. A cada pergunta, a cada questão, a cada sensação e movimento. Meu e do outro. Do outro e meu. Minha gratidão por essa entrega e integra-ação. Nem sempre gosto do que encontro. Tem muito amor ma...

Verdade, amor e vida...não necessariamente nessa ordem.

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Não quero que o blog se transforme num espaço exclusivo de homenagens e comemorações de aniversário mas ocorre que tenho muito leoninos e escorpianos na minha vida, então julho, agosto e novembro são meses intensos. Presentes materiais nem sempre representam o que precisamos e como as palavras são minhas amigas, escrever muitas vezes é o que eu posso oferecer de melhor, expressando o afeto que me vai no peito. Além disso, o cotidiano que me oferece inspiração para isso, então uso dessas datas e figuras para aproveitar e compartilhar um tanto do que me vem a mente. Na linha da homenageada de hoje, essa sou eu e meus amores são expressos no meu andar, falar, escrever e viver... Bom, dito isso que me perdoem os que me leem e terão mais um texto desses, mas hoje preciso falar de Marelaine Prandi. O que embora possa ser lido como um texto declaração de amor, também pode conter muitas reflexões e possíveis aprendizados porquê quando penso nela ecoam três palavras na minha mente: VIDA, AMOR E...

Voltando a programação normal...

ou pelo menos tentando. Quero poder escrever mais, minhas idéias fervilham e muitas vezes deixo passar o estímulo inicial pelo auto e alto senso crítico que me castra, me faz pensar que o conteúdo não é interessante, que não passaria pelos melindres atuais, que muitas vezes me expõe e blablablá. Mas cheguei ontem do Brasil, com tantas sensações, impressões, mistérios e aprendizados a elaborar que tudo isso ficou pequeno e resolvi re-tentar. Li meu primeiro texto, que dizia que nem sabia se era para ser lida e recordei da real intenção com o blog, e pensei que precisamos muitas vezes abaixar nosso senso crítico, que se liga com o volume alto da opinião alheia e nos silencia muitas vezes. Superego severo mores. Sufoca e sufoca até que mata, mas por aqui não...hoje não. Nessa linha, pensei e pensei, de tudo que queria poder pensar alto, compartilhar, escrever e elaborar. Pensei na minha família, na daqui e na de lá. Nos amigos, nos momentos, nas conquistas, nos frios na barriga, nos silên...